28 de novembro de 2008

SHHH

Don't Watch Me Dancing (Little Joy)

Margarida has a strange appeal
Sways between suitors on a broken heel
Of course her desires they always mistook
She'd rather've been scarred than be scarred with loathe
In conversation she often contends
Costumes build customs that involve dead ends
She found her courage in a change of scene
This Sunday's social would be short its queen
All her best years spent distracted
By these tired reenactments
With the right step she'll try her chances
Somewhere else
There he is a step outside her view
Reciting the words he hoped she might pursue
Night upon night a faithful light at shore
If he'd only convince his legs across the floor
Please, don't watch me dancing
Oh no, don't watch me dancing
Something changes when she glances
Enough to teach you what romance is
With the right step they try their chances
Somewhere else
Please, don't watch me dancing
Don't watch me dancing

26 de novembro de 2008

Tentando fluir...

Bom, jacs esteve afastado do blog durante algumas semanas pois sofria de "falta de ideias" então para não deixar digamos, a peteca cair, resolvi postar sobre minha nova meta, pós-mestrado!


Meses antes do fatídico dia da defesa abandonei a única atividade física que fazia...Yoga ashtanga bem não tardou e os Kg vieram a barriga veio e a fome aumentou...


Agora depois das dores provenientes dos estudos e stress... adquiro novas: dores musculares. Alias já ate tinha me esquecido de como é boa aquela dorzinha causada pelo ácido lático produzido via fermentação ocasionada nos músculos pelo excesso de malhação... dores estas devido ao sedentarismo.


Agora o retorno as atividades me traz animo, e mais do que isso saúde as ideias fluem melhor o organismo responde melhor... e o sono vem que vem.


Num passado próximo eu parecia um vampiro ou coisa pior dormia sempre tarde e acordava cedo fica por aqui na grande rede, vasculhando, escafunchando, procurando, descobrindo. Hoje mau a cama me olha e já vejo um convite pairar no que minha dignissíma chama carinhosamente de "ninho" para mim não tem nada melhor que dormir em cama desarrumada é cair ali e parece que os lençóis te abraçam e você meio que afunda naquele mar de edredom, lençol e travesseiros... aiaiaia...ZzzZzzZZzzzz


O retorno a malhação agora é meta! vou ficar razoável para as férias em Março, tá longe por isso acho que comecei em tempo. Engraçado voltar a academia depois de tanto tempo afastado lá o pessoal parece sempre o mesmo seja em Goiânia ou Anápolis. Existe os tipos exteriotipados:


1) um ou dois caras malhadíssimos que parecem o espelho da academia, me pergunto se não são contratados...; 2)tem os gordinhos que parecem nunca emagrecer mas tão sempre lá suando encharcados que me causam certo nojo - aparelhos e equipamentos melados; 3) os tiozinhos com aquela pancinha de cerveja "- sou foda e pego as gatinhas aqui!!" fingindo malhar; 4) tem as gatíssimas que chegam não conversam com ninguém (ou melhor conversam com os "contratados") malham suam pouco já que não precisam realmente estar lá e alegam um bumbum flácido no máximo.


No meio destes acho que não me encaixo em nenhum... talvez me encaixe no perfil daqueles que marcam presença e do dia pra noite somem... como aconteceu comigo! E como bom azarado sempre que retorno aparece os iniciantes que chegam justo para "estorvarem" as dicas que tento sugar das professoras malhadas....


Bom depois de tantas emoções na academia e tantas caras e bundas novas, realmente chego em casa e DURMO... prometo ter novas historias essa foi só para aquecer (esteira 20min) ...

29 de outubro de 2008

Na linha dos "raciocínios sofistas de Muller", acontecimentos recentes me fizeram pensar se assassinatos sem suficiente razão não seriam compensações para razões sem suficientes assassinatos. Vou tentar explicar: é que, embora não haja justificativa para o fato de se matar alguém, há situações em que esse é o primeiro pensamento que nos vem em mente (ou será que sou só eu?...) Bom, o fato é que matar alguém está sempre nos nossos "planos". Eu já cansei de fazer planos mentais que implicassem na morte de umas três ou quatro pessoas, tudo pra salvar a humanidade ou pra garantir uma vaga de garagem... Então é isso, alguém acaba matando alguém injustamente porque esse alguém queria ter matado outros alguéns por razões "justas" e não o fez. Simples assim...matemática....
Obviamente, isso é uma piada (só se for pela loucura, que, pelo humor...)... não tentem em casa, por favor...

28 de outubro de 2008

História de um emprego

Eu até ia postar um caso de demissão muito legal aqui...
Mas de repente percebi que as duas últimas postagens foram minhas e então resolvi calar meus dedos.
Minha vida também não é lá essas pitangas, por isso acho que devemos nos comunicar mais como um grupo de amigos deve fazer...
See you

15 de outubro de 2008

Fora Gráfico

Recentemente, uma grande amiga minha passou por uma situação que só pessoas adultas, letradas e muito bem vacinadas, podem vivenciar: a dor de um fora gráfico...


"Eu pensava que já tinha levado todos os “foras” possíveis dos caras. Já deixaram de me ligar, já me deram bolo, já me deram chá de sumiço, mas essa foi demais!!! Levei um fora tão detalhado que veio até com um gráfico. Foi um desses “foras” bem dado, sabe? Daqueles que nem te dá o privilégio da incerteza: “será que ele está terminando comigo?” Não, não, não... Foi um “fora” bem explicado, com linha do tempo e curva de tendência.
No eixo X, tem-se o nível de envolvimento que começa no zero e vai até 10. No eixo Y, a linha do tempo. Já tem 60 dias que a gente se conhece. E este é o gráfico: meu nível de envolvimento num ritmo frenético de crescimento. Em questão de dias já chegava no nível 10. O nível de envolvimento dele também cresceu 100%. De 1 para 2. A surpresa, porém é que a curva dele está "em queda. De 2 caiu pro nível zero outra vez! E como se a humilhação não fosse suficiente, o gráfico veio com sugestão de comportamento para o futuro: “é importante que a curva do seu envolvimento caia para você não sofrer e para podermos preservar a amizade”.
Pode???
Fiquei sem reação. Falar o quê, depois de um “fora” desses??
O jeito é partir para outra... quer dizer pra outro... talvez procurar alguém menos analítico da próxima vez ."

14 de outubro de 2008

Matemática para usuários de elevador...

A algum tempo atrás, quando eu estudava e frequentava o jardim, "tia Olga" muito atenciosa me ensinou sobre os números. Nesse tempo em que a vida era fácil, os danados começavam em 1 e acabavam no 10. O tempo foi passando e a família dos números foi crescendo, chegou ao 100, bateu a casa dos 1000 chegando até o simbólico infinito.
Depois vieram com uma história racista e segregadora de que os números se dividiam em conjuntos e podiam ser negativos, uma lição muito importante que a gente custa a aplicar na hora de ir às compras. Nesse estágio do meu aprendizado matemático, o 0 (zero) não era mais um mero acompanhante do 1. Agora ele o elemento neutro! Aquele que separava os números negativos dos positivos, a pedra fundamental - o início de tudo. Com o tempo a gente envelhece e a coisa vai ficando meio irracional, e acabamos descobrindo que não só nossas vidas ficaram complexas como os números também!
E o tal do elevador? Onde entra nessa história?
Bem...
Digamos que você entra no elevador e se depara com aquele painel cheio de botões que normalmente se iniciam no P (de portaria), depois 1, 2, 3, etc... Como a tia do primário nos ensinou. Se você entra num elevador assim, é um cara de sorte! Agora, digamos que o seu elevador é de uma safra mais recente, e que no lugar do P (de portaria) colocaram um baita 0 (zero), que pode até vir acompanhado de um -1 para substituir o G (de garagem). Até aí tudo bem, né? É... Mas e quando no lugar do P (de portaria), do G (de garagem) ou do M (de mezanino), resolvem colocar 0 (zero) e 00 (zero zero)? Ou o mais trágico de todos -0 (zero negativo?????)? Os ancestrais da "tia Olga" numa dessas devem ter saculejado seus esqueletos em seus caixões! Quem vem primeiro? Ou melhor, onde vou parar se decidir descer no nível 00 (zero zero)?

6 de outubro de 2008

Eleições e o calor...

Amigos leitores o voto é importante apesar de achar isso, jacs não vota a várias eleições tenho um certo receio ou quase certeza de que se eu transferir meu título de eleitor fatalmente serei convocado a trabalhar nas eleições. Não me falem de dever cívico ou patriotismo o fato é: não quero trabalhar num domingo e ainda almoçar um marmitex provavelmente horrível de ruim!

jacs levou a namorada para votar no Arenópolis a 60km de Iporá lá é digamos a "Entrada do Inferno" se em Iporá o calor é de matar e secar, literalmente, no "Areia" é 10 vezes pior lá o calor não existe lá existe o fogo e o enxofre!

jacs não fala mal dos habitantes e do povo de lá porque senão eu poderia atingir o brio de alguns leitores e nem tenho muito o que falar, só dizer que lá o calor é fogo que arde e se sente parafraseando aqui certo autor...

jacs almoçou na casa de uma tia e divagava: sim eu estou derretendo!! Água, coca qualquer coisa gelada não apagava o meu fogo interior mal conversava pois o esforço já fazia suar. Comi bastante, mal acabei e o aumento do metabolismo me fez suar mais e mais...

Sobre os candidatos estes sim dariam um enorme post falarei rapidamente: o tal da direita é semi-analfabeto e o mais curioso, todos os dias o comitê do "homi" era aberto a todos e tinha cerveja, pinga e forró a vontade. Uma amiga da namorada de jacs disse: o povo lá "suadim" no rala-cocha e tomando umas numa segunda-feira. O tal da esquerda é igualmente rico porém na opinião de alguns sabe administrar muito bem e é digamos "mão fechada" começou trabalhando em fazenda dos outros ate construir seu pequeno império.

Nem preciso dizer ambos vem da industria do campo e tiram seus proveitos dela e o mais interessante nenhum deles realmente precisaria de um salário de prefeito afinal seria um trabalho a mais por muito pouco a receber, além de ouvir as "lamurias" do povo pedindo isso e aquilo... uma coisa constatei todos querem o poder dinheiro sem isso não deve ser muito interessante.

Como não tenho nem um nem outro... fico só observando e escrevendo sobre como se conformar e ser feliz. Quem sabe viro politico algum dia mas primeiro vou ter umas aulas de retórica com o Muller...